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Em termos específicos, é tornar um indivíduo sensível e receptivo ao fenômeno sonoro, promovendo nele, ao mesmo tempo, respostas de índole musical.
Em termos práticos, é a pré-escola da música. É a música agindo pela música.
Com a reunião e o desenvolvimento dos métodos é que buscamos atender musicalmente as vivências das crianças, através de sua participação criadora. Pelo aproveitamento desse dom é que se consegue ingressá-los não só na atividade musical, e na forma de expressão, mas também na aprendizagem musical de aquisição de conhecimentos básicos. Efetua-se dessa forma, a musicalização através da atividade intuitiva, que cria um estado mental intelectual favorável à aquisição de conhecimentos musicais.
Quando uma criança ingressa na pré-escola, quais são os objetivos almejados pelos pais, além do início da alfabetização de seu filho? Transferindo estes aspectos para termos musicais e encontraremos aqui uma potente ferramenta de educação voltada para o desenvolvimento global da criança.
![]() O desenvolvimento da musicalidade nas crianças deve estar em conformidade com sua vivência musical e com os métodos utilizados. A musicalização , por si só, já se inicia no lar, com a oferta de ferramentas à criança para que ela descubra os sons e seu universo (discos, canções, instrumentos, objetos sonoros variados, gravuras relacionadas, etc).
Na escola, no entanto, deverá se realizar o direcionamento deste interesse para o desenvolvimento de outros aspectos ligados à criança (criatividade, coordenação motora, lateralidade, lógica, estética, etc).
Não aconselhamos que se inicie nesta idade o aprendizado musical, que difere da musicalização pelo fato de que, no primeiro, tratamos da aprendizagem de manuseio técnico de um instrumento musical, que deverá aparecer numa segunda etapa, com aproveitamento da musicalização já trabalhada e com a criação do vínculo e do gosto entre a música e a criança.
A primeira gravação elétrica no Brasil foi em 1927, feita na gravadora Odeon por Francisco Alves. A primeira composição em versos brancos (sem rima), considerada pelos pesquisadores é “Súplica”, de José Marcílio, Otávio Gabus Mendes e Déo, gravada por Orlando Silva:
Caboré foi um crioulinho que ensinou Orson Wells a tocar caixa de fósforos quando o famoso cineasta esteve no Brasil. O primeiro “jingle” (anúncio musicado) foi lançado no rádio em 1932, feito por Nássara, para a Padaria Bragança. Garota de Ipanema é a décima-Segunda música mais tocada no mundo dos Últimos cinqüenta anos. “Deixa isso para lá” que lançou Jair Rodrigues para o sucesso foi recusado por Simonal, que não gostava de samba. O primeiro brasileiro a gravar na Europa foi Josué de Barros, o descobridor de Carmem Miranda, na Alemanha, solo de violão. Alguns compositores que também eram médicos: Max Nunes (Bandeira Branca), Joubert de Carvalho (Taí, Maringá), Alberto Ribeiro (Copacabana, Chiquita Bacana), Dalton (Muito Estranho), Aldyr Blanc (O bêbado e o equilibrista). Instituto Marcelo Mendes O Forró, na verdade, compreende vários gêneros musicais oriundos do nordeste brasileiro. Possui origem mestiça. Entre vários ritmos diferentes que são comumente identificados como Forró destacam-se o Baião, o Coco, o Rojão, a Quadrilha, o Xaxado e o Xote. Possui semelhanças tanto com o Toré e o arrastar dos pés do índios quanto com os ritmos binários portugueses e holandeses, com o balançar dos quadris dos africanos. A dança do forró têm influência direta das danças de salão européia. O forró é especialmente popular nas cidades de Juazeiro do Norte, Caruaru, Mossoró e Campina Grande, onde é símbolo da Festa de São João, e nas capitais Fortaleza, Aracaju, Natal e Recife onde são promovidas grandes festas que duram a noite toda. Forró também é o nome dado a estas festas. Origem do Nome O termo Forró, segundo o mestre potiguar Câmara Cascudo, notável estudioso das manifestações culturais populares, vem da redução da palavra forrobodó, que significa, além de arrasta-pé, farra, confusão, desordem. É freqüente associar-se a origem da palavra forró à expressão americana for all (para todos), como um anglicismo. Para essa versão foi construída uma engenhosa estória: no início do século XX, os engenheiros britânicos, instalados em Pernambuco para construir a ferrovia Great Western, promoviam bailes abertos ao público, ou seja for all. Assim, for all passaria a ser, no vocabulário do povo nordestino, forró (a pronúncia mais próxima). Outra versão da mesma estória substitui os ingleses pelos americanos e o Pernambuco do início do século XX pela Natal do período da Segunda Guerra Mundial, quando uma base militar dos Estados Unidos foi instalada na cidade. Apesar de jocosa a versão, não há sustentação para a origem anglicista do termo, mesmo porque em 1937, 5 anos antes da instalação da referida base, a palavra forró já se encontrava registrada na história musical através da gravação fonográfica de “Forró na roça”, música composta pelos autores Manoel Queiroz e Xerém. Gêneros O Forró é uma dança composta de gêneros musicais que predomina principalmente na região Nordeste do Brasil mas se espalha com sucesso por todo território nacional. Composto basicamente de xote, baião, xaxado, o forró também apresenta outra divisão: Forró Eletrônico, Forró Pé de Serra e Forró Universitário. Artistas consagrados Existem diversos artistas que entre outras modalidades também contribuíram , sejam como compositores ou intérpretes, dos diversos gêneros do forró. Veja uma outra lista de bandas de forró. Aqui constam artistas de qualidade desse gênero cujas letras são de extrema qualidade musical * Alceu Valença A Dança O Forró é dançado em duplas, casais, que executam diversas evoluções, diferentes para o Forró nordestino e o Forró universitário. A diferença principal entre esses dois forrós é que o Nordestino tem mais malícia, sensualidade, e exige mais cumplicidade dos parceiros. O Forró universitário tem mais evoluções, mais “passos”. O modo de dança no Forró Universitário é o dois-dois, e os passos principais são: a “Dobradiça” (abertura lateral como uma porta), a “Caminhada” (que ao invés de ir para os lados, caminha pra a frente ou para trás), a “Comemoração” (estilo de balançada com a perna do cavalheiro no meio da perna da dama), o giro simples, o giro do cavalheiro, o “Oito” (quando o cavalheiro e a dama ficam de costas e passam um pelo outro), e no Forró Nordestino o modo de dança é o um-um (para frente e para trás) são: a levantada de perna, e a “testada” (o cavalheiro e a dama encostam as testas). “Exagerar é errado, não pratique demais, deve haver equilíbrio em tudo. Tento manter esse equilíbrio para conseguir executar minhas idéias. Praticar demais me deprime. Consigo boa velocidade, mas começo a tocar sem sentido, porque paro de pensar. Um bom descanso me faz pensar bastante e me faz unir criatividade e velocidade.” Jeff Beck “Nunca se esqueça que dinâmicas são importantes ao peso de uma música. As partes mais silenciosas constroem tensão e desencadeiam o clímax que faz 100 mil garotos pularem para cima e para baixo.” Tom Morello “Estude sempre coisas novas, não adianta tocar a mesma coisa várias e várias vezes, pois você chega a um certo ponto e fica estagnado. A cada nova semana, introduza à sua rotina um novo grupo de aberturas de acordes, afinações e padrões de escala. Não é necessário saber como usar algo imediatamente, apenas faça seus dedos irem a novos lugares e deixe sua musicalidade fluir.” Joe Satriani “uma boa maneira de aprimorar a palhetada alternada é escolher três ou quatro notas e trabalhar nelas. Muitos instrumentistas que tentam aprimorar a destreza da mão direita ficam tentando tocar notas demais com a mão esquerda. Ouvi muitos músicos que tocam escalas da sexta até a primeira corda, mas soam muito mal. Tocar poucas notas, lentamente, com ritmo perfeito, já é uma tarefa difícil.” Al Di Meola “Como você conseguirá expressar seus sentimentos se m técnica? O que chamo de técnica não é tocar rápido. Técnica pra mim é saber controlar o vibrato, a entonação, oss bends… além de conhecer teoria musical. Não há outro caminho. Não é possível ser um músico que se expresse de verdade se não tiver conhecimento.” Yngwie Malmsteen “Timbre tem mais a ver com pegada do que com equipamento. O mais importante é abafar as cordas que você não está tocando. O abafamento pode ser feito com os dedos ou polegar da mão da escala. Ou ainda com o polegar ou a palma da mão da palheta. Além disso, a maneira como seus dedos encostam nos trastes faz uma grande diferença. Você precisa conhecer os pontos sonoros de sua guitarra, como um violinista conhece seu violino.” Eric Johnson. “O que significa tocar guitarra? Diversão, ensaio,palco, estúdio, etc. O erro faz parte e não deve ter peso astronômico, pois errar é humano! Já estudar guitarra requer disciplina militar, exigente ao extremo. Nesse caso , um erro tem peso catastrófico. Não admita o erro durante o estudo, de maneira alguma. Se errar, mesmo que seja na última nota, do exercíccio! Toque guitarra por 2 horas e estude por 15 minutos. Mas nesses 15 minutos, serão só você e sua guitarra, sem erros!” Wander Taffo “quando for treinar em casa, elimine alguns recursos na hora do improviso. Por exemplo, escolha três notas e tente fazer um super-solo somente com essas três notas. Você terá de mexer na parte rítmica e na interpreta ção de cada uma das notas, além de descobrir sons diferentes que você pode tirar delas . Esse treino é muito importante para você explorar as características básicas do som (timbre, altura, intensidade etc.). deixar de lado algumas características pode fazer com que você encontre soluções mais interessantes com outras.” Kiko Loureiro “Faça as coisass de maneira lenta, de modo que você perceba seus erros. Você irá aprender mais rápido se não tiver de perder tempo corrigindo o que aprendeu errado no início.” Bill Frisell “Tente se esquecer do que os seus dedos estão fazendo e escute o amp!” Steve Vai “Não seja preguiçoso. Você deve querer tocar e, mais importante, tem de amar aguitarra.” Randy Rhoads “Acumulamos vícios que são difíceis de serem desfeitos. A má postura acaba comprometendo a eficiência depois de algumas horas. A mão da escala pode ser exercitada aplicando o mínimo de movimento. Toque diferentes padrões com hammer-nos e pull-offs em semicolcheias e sextinas, com saltos de cordas. Não se esqueça de treinar padrões que comecem com dedos que não o indicador. Repita esses processos de três notas por corda com os dedos médio, anelar e mínimo, inutilizando o indicador. Assim, você fortalece a musculatura dos outros dedo s, tornando-os mais independentes.” Anônimo. “Gosto de solos que reflitam a melodia, mas que a a lterem sutilmente, de forma que gerem outra imagem na música. Essa linhas precisam ser livres e espontâneas. Não devem ser totalmente planejadas.” Brian May Quando tocar seja você, quando estudar seja você, quando estiver no palco seja você, quando tirar os licks e frases torne-os seus. Quando você tocar quero ouvir você. Marcelo Mendes
1) Faça agora e fará uma vez somente: Não fique lendo e relendo para fazer uma ação. Leia e aja. 2) Clareie a sua mente: Não postergue nada. Programe o que você vai fazer e realmente faça ou esqueça o que você não vai fazer. 3) Resolva os problemas enquanto eles são pequenos: Caso contrário seus problemas crescerão e consumirão mais tempo. 4) Diminua as interrupções desnecessárias: Isso o ajudará a ser mais produtivo. 5) Coloque os atrasos em dia: Os trabalhos atrasados criam o seu próprio trabalho extra. 6) Comece a operar visando o futuro e não o passado: Trabalhe sempre de forma preventiva, antecipando-se. 7) Pare de se preocupar: O grande dano do adiamento é o cansaço mental e psíquico que isso causa. 8) Agora sinta-se melhor em relação a si mesmo: A conclusão de tarefas evita o estresse e a ansiedade e traz mais autoconfiança e auto-respeito. O resto é com você. Vou gerar uma lista de bateras ESTRANGEIROS aqui, como fonte de pesquisa pra galera jogar no youtube e pesquisar, muito desses caras me influênciam como músico.
Steve Gadd, Dave Weckl, Vinnie Colaiuta, Omar Hakim, Jeff Porcaro, Billy Cobham, Dennis Chambers, Chad Wackermam, Carlos Vega, Will Kennedy, Steve Jordan, Gary Novak, Sonny Emory, Rick Lawson, Jojo Mayer, David Garibaldi, Manu Kacthé, Carter Beauford, Steve Smith, Peter Erskine, Joel Rosenblath, Casey Schuerell, Mike Clark, Kim Plainfield, Zach Danzinger, Rod Morgenstein, Cozy Powell, Simon Phillips, Terry Bozio, Virgil Donati, Nicko Macbrain, Gregg Bissonette, Phill Collins, Gene Krupa, Buddy Rich, Roy Raynes, Art Blakey, Elvin Jones, Max Roach, Tony Williams, Jack DeJohnette, Philly Joe Jones, Mel Lewis, Jeff “Tain” Watts, Brian Blade, Lewis Nash, Trilok Gurtu, Bill Stewart, Joe Morello, Adam Nussbaum, Júlio Barreto, Enrique Pla, Horacio “El Negro” Hernandez, Jimmy Brainly, Alex Acuña, Bobby Sanabria, Robbie Ameen, entre outros. Contribua e aumente a lista, em breve, vai rolar outra dos brazucas e outros instrumentos. Começamos as práticas de conjunto toda QUARTA das 14h às 17h - só para PROFESSORES e ALUNOS da escola. OBS: Alunos precisam estar no nível da prática do dia e fazer a inscrição com antecedência para estudo do repertório seja cantado ou instrumental. A direção.
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O diafragma não emite som algum, ele é um músculo que deve ser trabalhado para o desenvolvimento da “base do canto”, que é a respiração. Um exercício bom para treinar o diafragma é respirar fundo e soltar o ar bem devagar fazendo som de ssssssssssss… zzzzzzzzz…. ffffffffffff….. não tensione a garganta nem os músculos faciais quando fizer isso, abra a laringe como se estivesse bocejando. Seu objetivo deve ser conseguir sustentar o exercícios , por pelo menos 40 segundos. Em 11 dicas podemos resumir o sucesso de uns e o fracasso de outros, não que você deva dominar todos, mais se domina uma boa parte deles já tem um bom caminho andado. Trabalhe sua mente para o sucesso, pois tanto o sucesso como o fracasso só depende do que você pensa e como faz.
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“Se treinarmos a cada dia, para fazer algo específico, desenvolveremos as nossas habilidades. A prática faz o mestre, diz o ditado. Nós temos de praticar e educar nossos talentos, isto é, repetir as atividades até que elas aconteçam naturalmente, fácil e simplesmente. Esse é todo o segredo”. . Aqui você toca!Informação:Rua Jardim Federação, 85 A - Salvador - BA |
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