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	<title>Método Marcelo Mendes De Música.</title>
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	<description>Metodologia focada nas necessidades musicais e dificuldades de cada aluno.</description>
	<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 00:52:29 +0000</pubDate>
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		<title>Interpretação - Estudo ou Dom?</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 00:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aprenda]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de assitir a uma reportagem na  TV Record,  e achei interessante mostrar essa interpretação que o Menino Greyson de apenas 12 anos fez na sua escola nos USA.
È impressionante!  Ele canta com  alma e sentimento, transmite muito bem a sua idéia, tem uma personalidade marcante na sua voz.
Interpretar é conduzir você a um outro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de assitir a uma reportagem na  TV Record,  e achei interessante mostrar essa interpretação que o <strong>Menino Greyson </strong>de apenas 12 anos fez na sua escola nos USA.</p>
<p>È impressionante!  Ele canta com  alma e sentimento, transmite muito bem a sua idéia, tem uma personalidade marcante na sua voz.</p>
<p>Interpretar é conduzir você a um outro lugar e ele fez isso muito bem.</p>
<p>Veja o video do <strong>Greyson </strong>Cantando:</p>
<p style="text-align: center;"><object width="640" height="385" data="http://www.youtube.com/v/bxDlC7YV5is&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bxDlC7YV5is&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<item>
		<title>A importância de se estudar com um metrônomo</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 20:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aprenda]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudar música requer atenção a pelo menos dois pontos: notas musicais e o  ritmo da música. Diversas vezes quando iniciantes adiantemos ou atrasamos o andamento, isso é mais notado quando se toca em grupo, pois estamos interagindo todo tempo.
Mais nem tudo está perdido.
Você pode contornar isso, utilizando-se de um metrônomo.
O metrônomo é um relógio que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudar música requer atenção a pelo menos dois pontos: notas musicais e o  ritmo da música. Diversas vezes quando iniciantes adiantemos ou atrasamos o andamento, isso é mais notado quando se toca em grupo, pois estamos interagindo todo tempo.</p>
<p>Mais nem tudo está perdido.</p>
<p>Você pode contornar isso, utilizando-se de um metrônomo.</p>
<p>O <strong>metrônomo</strong> é um relógio que mede o tempo (andamento) musical. Produzindo pulsos de duração regular, ele pode ser utilizado para fins de estudo ou interpretação musical. <strong>Metrônomo mecânico</strong> consiste num pêndulo oscilante cujas oscilações, reguladas pela distância de um peso na haste do pêndulo, podem ser mais lentas ou mais rápidas, sendo que a cada oscilação corresponde um tempo do compasso. Há também <strong>metrônomos eletrônicos</strong>, em que cada tempo do compasso é indicado pelo piscar de um led(<em>light-emitting diode</em>) e por um som eletrônico.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-913" title="metronomo" src="http://www.marcelomendes.com/wp-content/uploads/2010/07/metronomo.jpg" alt="metronomo" width="226" height="353" /></p>
<p>Com ele você marca o andamento, e a fórmula do compasso de uma música (2/4, 3/4, 4/4 etc&#8230;). Hoje com a evolução da tecnologia, existe diversos modelos digitais, dotados de vários recursos como: diapasão, sons de acordes, , entrada p2, afinador etc&#8230; Você tem várias opções de preços, dependendo da marca e recursos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-914" title="metronome2" src="http://www.marcelomendes.com/wp-content/uploads/2010/07/metronome2-300x211.png" alt="metronome2" width="300" height="211" /></p>
<p>Muitos programas de edição de áudio e partituras, como o <a title="Audacity" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Audacity"></a>audacy e o Cakewalk  possuem geradores de metrônomos. A maioria dos teclados eletrônicos também possuem essa função.</p>
<p>Imagine que a cada 20 minutos estudando com metrônomo seria o equivalente a 1 hora sem ele.</p>
<p><strong>Instituto Marcelo Mendes</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Teoria &#038; Percepção 2010 - abrindo novas turmas!!</title>
		<link>http://www.marcelomendes.com/?p=909</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 16:26:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aprenda]]></category>

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		<description><![CDATA[Idade Mínima
12 anos
Duração
de 7 a 12 meses
Carga horária
50 minutos aula / semana

Metodologia
 O aluno fará uma aula demonstrativa e apartir desse   encontro será formatada uma metodologia que atenda as suas  necessidades  musicais e trabalhe diretamente seus pontos fracos,  trazendo resultados  mais rápidos para sua prática.
Conteúdo:

Música
 Som - Vibração regular
 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- Post Body Copy --><!-- Post Body Copy --><strong>Idade Mínima</strong><br />
12 anos</p>
<p><strong>Duração</strong><br />
de 7 a 12 meses</p>
<p><strong>Carga horária</strong><br />
50 minutos aula / semana</p>
<p><strong></strong></p>
<h4><strong>Metodologia</strong></h4>
<p><strong> </strong>O aluno fará uma aula demonstrativa e apartir desse   encontro será formatada uma metodologia que atenda as suas  necessidades  musicais e trabalhe diretamente seus pontos fracos,  trazendo resultados  mais rápidos para sua prática.</p>
<h2>Conteúdo:</h2>
<ul>
<li>Música</li>
<li> Som - Vibração regular</li>
<li> Vibração irregular</li>
<li> Propriedades do som</li>
<li> Altura</li>
<li> Duração</li>
<li> Intensidade</li>
<li> Timbre</li>
</ul>
<p><strong>II - Notação Musical - Pentagrama<br />
</strong></p>
<ul>
<li> Claves (Sol, Fá e Dó)</li>
<li> Notas</li>
<li> Leitura relativa</li>
<li> Transposição</li>
<li> Duração</li>
<li> Ponto de aumento</li>
<li> Duplo ponto de aumento</li>
<li> Ligadura de valor</li>
<li> Fermata</li>
<li> Ponto de diminuição</li>
<li> Valor simples</li>
<li> Valor composto</li>
</ul>
<p><strong><br />
III - Compasso</strong></p>
<ul>
<li> Compasso, Andamento e Ritmo</li>
<li> Compasso</li>
<li> Fórmula de compasso</li>
<li>Barras</li>
<li>Travessão</li>
<li>Grafia</li>
<li>Localização da Formula de Compasso</li>
<li> Unidade de Tempo</li>
<li> Unidade de compasso</li>
<li> Compassos correspondentes</li>
</ul>
<p><strong>IV - Noção de Intervalo</strong></p>
<ul>
<li>Tom</li>
<li> Semiton</li>
<li> Compasso</li>
<li> Simples e composto</li>
<li> Alterações ou acidentes</li>
<li> Sustenido</li>
<li> Dobrado sustenido, bemol, dobrado bemol, bequadro</li>
<li> Sistema Natural x Sistema Temperado</li>
<li> Grafia dos acidentes no pentagrama</li>
<li> Semitom -Natural</li>
<li> Diatônico</li>
</ul>
<h3><strong>TÉORIA II</strong></h3>
<p><strong>I - Escalas<br />
</strong></p>
<ul>
<li> Graus de escalas - Tetracordes</li>
<li> Formação das escalas maiores sustenizadas e bemolizadas</li>
<li> a partir de Dó Maior (progressão de tom e semitom)</li>
<li> Armadura de Clave</li>
<li> Ciclo das Quintas</li>
<li> Identificação do nome das escalas ou da armadura nas escalas com   sustenidos e com bemóis</li>
<li> Escalas - teóricas, enarmônicas e cromáticas</li>
</ul>
<p><strong>II - Intervalos - Melódico e Harmônico</strong></p>
<ul>
<li>Ascendente e descendente</li>
<li> Conjunto e disjunto</li>
<li> Simples e composto</li>
<li> Classificação - quantitativa</li>
<li> Qualitativa</li>
<li> Intervalos - Justos</li>
<li> Maiores e menores</li>
<li> Aumentados e diminutos</li>
<li> Superaumentados e superdiminutos</li>
<li> Intervalos - Consonantes e Dissonantes</li>
<li> Inversão de intervalos (simples e compostos)</li>
<li> Regras para ampliação, redução e manutenção de qualificações dos   intervalos</li>
</ul>
<p><strong>III - Escalas Menores</strong></p>
<ul>
<li> Definição</li>
<li> Escalas Relativas</li>
<li> Armadura de clave</li>
<li> Escala Menor - Primitiva</li>
<li> Harmônica</li>
<li> Melódica</li>
<li> Bachiana</li>
<li> Escalas Homônimas</li>
<li> Transposição de modo menor p.maior, e vice-versa</li>
</ul>
<p><strong>IV - Tríades<br />
</strong></p>
<ul>
<li> Formação de Acordes - Perfeio Maior</li>
<li> Perfeito Menor</li>
<li> Aumentado</li>
<li> Diminuto</li>
<li> Inversão dos acordes</li>
</ul>
<p><strong>Instituto Marcelo Mendes</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Agradeça aos seus pais!</title>
		<link>http://www.marcelomendes.com/?p=904</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 15:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aprenda]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pesquisadores do Reino Unido descobriram que resiliência, capacidade que  faz com que as pessoas vençam frustrações e buscar superação é – em  grande parte – hereditária.
Grandes vencedores – como o ciclista Lance  Armstrong, que se recuperou de um câncer de testículo e venceu o  circuito da França sete vezes – são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-905" title="noticias_29122009103132" src="http://www.marcelomendes.com/wp-content/uploads/2010/07/noticias_29122009103132.jpg" alt="noticias_29122009103132" width="398" height="302" /></p>
<p><strong>Pesquisadores do Reino Unido descobriram que resiliência, capacidade que  faz com que as pessoas vençam frustrações e buscar superação é – em  grande parte – hereditária.</strong></p>
<p><span class="interna-txt">Grandes vencedores – como o ciclista Lance  Armstrong, que se recuperou de um câncer de testículo e venceu o  circuito da França sete vezes – são naturalmente resistentes do ponto de  vista psíquico. A resiliência (ou habilidade para se recompor  psicologicamente) tem chamado muito a atenção de neurocientistas e  psicólogos nos últimos anos. A novidade agora é que essa capacidade  necessária para lutar contra uma doença grave, se recuperar de uma  desilusão amorosa, vencer nos esportes, ser aprovado no vestibular ou em  uma entrevista de emprego pode, em grande parte, pode ser herdada. É o  que sugere um estudo desenvolvido pelo pesquisador Tony Vernon, da  Universidade de Western Ontário, no Canadá, que trabalhou com 219 pares  de gêmeos. Ele pediu aos voluntários que preenchessem um questionário  para que pudesse investigar as contribuições genéticas e ambientais de  quatro fatores associados a resistência mental: controle sobre a própria  vida, comprometimento; confiança; e disposição para encarar novos  desafios. Os estudiosos descobriram que 52% da variável resistência  mental é hereditária e também pode estar relacionada à extroversão.  “Essas pessoas são mais resistentes, não se deixam abater diante de  adversidades e frustrações”, diz o pesquisador Peter Clough, da  Universidade de Hull, no Reino Unido, que desenvolveu o questionário.  Especialistas ressaltam, porém, que não se trata de simplesmente negar o  sofrimento e a decepção, emendando um relacionamento amoroso em outro,  por exemplo, sem viver o luto da separação – pois isso pode trazer  outros problemas como repetição de padrões destrutivos e aparecimento de  sintomas físicos. Pessoas resilientes entram em contato com a  frustração, mas não permanecem na bipolaridade do “tudo ou nada”, mas  buscam reparações e caminhos, sem perder o contato com a experiência,  embora às vezes ela seja desagradável. Ou seja: aceitam o aprendizado e a  limitação, mas não se prendem à limitação, procuram possibilidades.  Pesquisadores acreditam que compreender melhor essa característica mais  presente em uns que em outros pode ajudar as pessoas de forma geral a  lidar melhor com o sofrimento.</span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O papel dos pais na aprendizagem musical das crianças!</title>
		<link>http://www.marcelomendes.com/?p=900</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 14:24:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aprenda]]></category>

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		<description><![CDATA[

O papel dos pais na aprendizagem I
Os pais, sejam ou não músicos, desempenham um papel importante na  aprendizagem de competências musicais por parte dos filhos. A questão da  aprendizagem de competências e de desenvolvimento de aptidões começa  muito cedo, visto que é amplamente conhecido que as crianças conseguem  ouvir música e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-901" title="01" src="http://www.marcelomendes.com/wp-content/uploads/2010/07/01.gif" alt="01" width="632" height="317" /></p>
<h3 style="text-align: center;"></h3>
<h2 style="text-align: center;">O papel dos pais na aprendizagem I</h2>
<p>Os pais, sejam ou não músicos, desempenham um papel importante na  aprendizagem de competências musicais por parte dos filhos. A questão da  aprendizagem de competências e de desenvolvimento de aptidões começa  muito cedo, visto que é amplamente conhecido que as crianças conseguem  ouvir música e palavras nas últimas semanas de &#8216;estadia&#8217; no ambiente  intra-uterino e que conseguem reconhecer esses sons depois de nascerem. O  interesse que as crianças terão no som, na música e nos seus  componentes variará consoante o grau de interação musical e  quase-musical que os pais desenvolvem com os seus filhos. O tipo de  interação musical mais eficaz acontece quando os pais cantam para o  bebê, muito embora fazer ouvir música gravada ou ao vivo possam também  seja positivo. O tipo de interação quase-musical envolve a comunicação  (vocal mas não-verbal) que os pais usam quando embalam, alimentam,  brincam com as crianças. Diz-se quase-musical porque envolve parâmetros  musicais: variação de altura sonora, timbre, melodia, ritmo, tempo e  dinâmica. A interação quase-musical termina quando o centro de atenção  passa a ser a aquisição de linguagem. No fundo, os pais que promovem  este tipo de interações educam-nas musicalmente (mesmo que de uma forma  elementar), proporcionando às crianças uma compreensão sensorial dos  fenômenos sonoros e musicais.</p>
<h2 style="text-align: center;">O papel dos pais na aprendizagem II</h2>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">No ensino  especializado da música, onde o tipo de competências a desenvolver são  complexas e envolvem muitas horas de estudo e persistência, o papel dos  pais é vital para o sucesso da aprendizagem, independentemente de  saberem ou não música.<span> </span>Alguns dos aspectos que,  tidos em conta pelos pais, influenciam positivamente o desempenho das  crianças são:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">1.  Atenção dos pais centrada na criança, com particular ênfase no ensino da  música. 2. Organização das atividades dos pais centrada nos interesses,  nas atividades e no tempo da criança.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">3. A música é valorizada na família.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">4. O ênfase dos pais  está centrado no prazer de tocar/fazer música, e não numa carreira  musical.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">5. Há  lugar a elogios, mesmo quando há apenas pequenos sucessos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">6. Cuidadosa seleção dos  professores e monitorização do trabalho feito em casa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">7. Investimento de uma  considerável quantidade de tempo e esforço nas atividades musicais.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: center;">O valor da repetição</h2>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A aprendizagem de  música depende essencialmente da aquisição de competências  psico-motoras. Se na aprendizagem de uma disciplina do ensino regular  (Biologia, Português, Física&#8230;) a aprendizagem de um conceito depende,  na maioria dos casos, de uma exposição ou explicação dos fenómenos ou  dos elementos associados a esse conceito, no caso do ensino da música  (quer no ensino especializado, quer no não-especializado) a aprendizagem  de conceitos e competências depende quase exclusivamente da qualidade e  do número de repetições.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Número de repetições</strong> - Aplicando o PST  (Production System Theory) à aprendizagem na música, percebemos que um  comportamento ou uma competência só é adquirida, adicionada e  incorporada, se o Sistema Cognitivo que controla a aquisição de  comportamentos ou competências encarar esse comportamento ou competência  como útil. Para o Sistema Cognitivo, o que determina a utilidade do  comportamento ou da competência é o número de vezes que é repetido com  sucesso. As competências a que nos referimos dizem respeito, quer às que  os professores de instrumento desenvolvem como às que os professores de  Formação Musical querem fazer desenvolver.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Qualidade das repetições</strong> -  Recorrendo à mesma teoria, a aprendizagem de uma competência só se  efectiva se todas as sub-competências que dela dependem já tiverem sido  repetidas ao ponto de terem sido incorporadas com sucesso. [Pensando num  caso prático, imagine que um aluno quer conseguir tocar uma escala,  digamos de Dó Maior. Para que esta competência (hierárquicamente  superior) possa ser adquirida com sucesso, é necessário que as  competências dispostas nos níveis inferiores da hierarquia de  complexidade tenham sido adquiridas/aprendidas com sucesso. Neste caso  podemos imaginar o nível mais baixo da hierarquia deste exemplo contendo  como competências iniciais ser capaz de associar a tecla/corda/posição a  cada uma das notas que constituem a escala de Dó Maior.] Portanto, para  haver sucesso na aquisição de uma competência tem de haver uma  sucessiva repetição/integração das suas mais directas sub-competências.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Quando é que se  conclui que o número de repetições é suficiente? Quando nos tornamos  capazes de desempenhar a competência de uma forma reflexiva, sem  efectuar qualquer tipo de esforço mental. No caso do Instrumento quando  somos capazes de tocar uma peça, uma escala, um acorde ou uma nota sem  qualquer tipo de esforço mental. No caso da Formação Musical quando  somos capazes de entoar um intervalo, ler uma melodia ou percutir um  ritmo sem fazer qualquer esforço mental.<span> </span>Portanto,  o que quer que tentemos aprender em música, só seremos bem-sucedidos  dependendo da quantidade de tempo e esforço que gastamos em repetir.</p>
<h2 class="MsoNormal" style="text-align: justify;"></h2>
<h2 style="text-align: center;">Ensino da Música para Crianças - Princípios Pedagógicos I</h2>
<p>Todas as crianças têm potencial para aprender música. Algumas precisam  mais tempo que outras para aprender, precisam que o professor repita  experiências significativas um maior número de vezes, mas todas as  crianças têm potencial para adquirir competências musicais. Só é  possível ensinar música se as atividades realizadas forem eminentemente  musicais. A aquisição de competências musicais não depende de  explicações verbais, imagens visuais, esquemas, metáforas, analogias ou  desenhos. A verdadeira compreensão dos fenômenos sonoros só é possível  quando se orienta o atenção da criança para o som, para as suas  propriedades e para a forma como evoluem no tempo os seus elementos.  Assim sendo, só a vivência de experiências musicais marcantes que se  aproximam da &#8216;música real&#8217; pode levar as crianças a aprender o que é  música. Partir do que as crianças conhecem para aprender coisas novas  não se pode assumir que é na primeira aula de música (formal) que as  crianças vão começar a aprender música. As crianças já tiveram muitas  experiências &#8216;musicais&#8217; antes de ver o primeiro professor de música: já  dançaram com música, aprenderam canções, cantaram interiormente,  marcaram um ritmo em simultâneo com uma música&#8230; Por esta razão, o  professor ao ter consciência da existência de um historial de  experiências musicais, deve partir do que a criança já consegue fazer  para fazer desenvolver novas competências. Ao fazer isto, o professor  facilitará a integração de novas competências e novas aprendizagens.</p>
<h2 style="text-align: center;">Ensino da Música para Crianças - Princípios Pedagógicos II</h2>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Organizar as  atividades em função de objetivos comportamentais e não o contrário</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A tendência de  professores inexperientes ao planificarem as suas aulas é pensar  prioritariamente em descobrir atividades engraçadas e cativantes, mais  do que nas vantagens pedagógicas ou no valor pedagógico dessas  atividades. Um ensino de qualidade não ignora a importância da escolha  de atividades interessantes para as crianças, mas apenas pensa nas  atividades depois do objetivo comportamental estar definido. As  atividades mais do que divertirem as crianças, deverão levar as crianças  a ser capazes de fazer algo de novo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Se todas as atividades forem pensadas como  &#8216;Jogo&#8217; as crianças vão sentir-se mais motivadas para participar e  aprender</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Fazer  isto significa mais do que apenas fazer Jogos na aula. Este princípio  pedagógico tem implicações, sobretudo para a forma como o professor  aborda cada atividade. Se as crianças sentirem que em cada atividade os  pressupostos envolvidos são os mesmos que estão na base dos jogos que  elas realizam entre elas, vão sentir-se motivadas e empenhadas no  processo de aprendizagem. Estes pressupostos são:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>*  1. Redução da carga negativa atribuída ao erro,</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>*  2. Possibilidade de fazer várias tentativas para acertar/fazer bem,</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>*  3. O objetivo a atingir é muito claro,</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>* 4. Todas as  crianças se vêem como estando ao mesmo nível, não havendo diferenças de  potencial entre elas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A tarefa do bom professor é fazer realçar todos estes  pressupostos em cada atividade realizada na aula.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Instituto Marcelo Mendes.</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Palhetada Alternada: parte 1</title>
		<link>http://www.marcelomendes.com/?p=897</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 13:34:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aprenda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcelomendes.com/?p=897</guid>
		<description><![CDATA[Alguns exercícios para trabalhar a palhetada e a sincronia das mãos.  Estude lento, devagar,  observando a movimentação dos dedos no braço do seu instrumento.
--------------12-----------&#124;&#124;
--12--13--15------15--13---&#124;&#124;
--------------------------o&#124;&#124;
--------------------------o&#124;&#124;
---------------------------&#124;&#124;
---------------------------&#124;&#124;
   ^   v   ^   v   ^   v

--------------12------12-----------&#124;&#124;
--12--13--15------15------15--13---&#124;&#124;
----------------------------------o&#124;&#124;
----------------------------------o&#124;&#124;
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-----------------------------------&#124;&#124;
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns exercícios para trabalhar a palhetada e a sincronia das mãos.  Estude lento, devagar,  observando a movimentação dos dedos no braço do seu instrumento.</p>
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<pre>--7--8--10-----------------------------------------------------------||</pre>
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		<title>Música - conteúdo sem prática.</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 23:23:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aprenda]]></category>

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		<description><![CDATA[Dos diversos problemas particulares que encontramos no dia a dia dos alunos, é necessário ser um observador constante do que acontece nas aulas. Um dos maiores problemas é a auto-sabotagem que o próprio aluno faz a ele mesmo, querendo sempre muito conteúdo e pouca prática,  isso se deve ao velho hábito: QUANTIDADE X QUALIDADE. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dos diversos problemas particulares que encontramos no dia a dia dos alunos, é necessário ser um observador constante do que acontece nas aulas. Um dos maiores problemas é a auto-sabotagem que o próprio aluno faz a ele mesmo, querendo sempre muito conteúdo e pouca prática,  isso se deve ao velho hábito: QUANTIDADE X QUALIDADE. É preciso mostrar em que nível ele se encontra e o que pode ser feito dentro do mesmo.</p>
<p>Algumas regras são necessárias.</p>
<ul>
<li>Você tem a capacidade de entender o que é passado?</li>
<li>O que esse aluno já tem de experiência musical?</li>
<li>Tornar o ensino natural como uma conversação.</li>
</ul>
<h2>Contestação:</h2>
<p>Passar horas aperfeiçoando um movimento de golfe ou um arremesso de  basquete pode ser uma perda de tempo, segundo um estudo americano  publicado nesta quarta-feira na revista Neuron, que concluiu que  praticar muito uma atividade não necessariamente leva à perfeição.</p>
<p>A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade de Stanford  após observar como o cérebro planeja e calcula o movimento, depois de  treinar macacos para repetir uma tarefa milhares de vezes.</p>
<p>&#8220;O sistema nervoso não foi projetado para fazer a mesma coisa uma e  outra vez&#8221;, disse Mark Churchland, pesquisador de pós-doutorado,  engenheiro elétrico e principal autor do estudo no qual os macacos  recebiam recompensas ao executar a tarefa proposta.</p>
<p>No  estudo, os cientistas recompensaram os macacos que evitavam tocar um  ponto de luz colorido em velocidades diferentes.</p>
<p>Durante o  exercício, os cientistas monitoraram o córtex promotor do cérebro dos  macacos, responsável pelo planejamento do movimento, e rastrearam a  velocidade do movimento resultante. Depois de milhares de tentativas, os  macacos raramente se moveram precisamente com a mesma velocidade.</p>
<p>Segundo o estudo, pequenas variações na velocidade de alcance se  seguiram a pequenas variações na atividade cerebral durante o  planejamento do movimento, antes de os macacos começarem a alcançar o  ponto luminoso.</p>
<p>Ao contrário da sabedoria popular que supõe  que a variação de movimento tem sua origem na atividade muscular, os  cientistas descobriram que a atividade neurológica explica quase a  metade das variações.</p>
<p>Em outras palavras, passar horas  fazendo arremessos de basquete não terá o mesmo resultado porque o  comportamento do cérebro é inconstante.</p>
<p>Após um período de  treinamento inicial, a precisão do feito dos macacos não melhorava com o  tempo, sugerindo que muita prática só pode melhorar o controle do  movimento até certo ponto, disse Krishna Shenoy, professora adjunta de  engenharia eletrônica e neurociências em Stanford.</p>
<p>Os  cientistas especulam que os humanos e os animais evoluíram com este  &#8220;estilo improvisado&#8221; em resposta à dinâmica predador-presa, na qual os  predadores nunca caçam suas presas nas mesmas condições.</p>
<p>&#8220;A  busca de regularidade dos melhores atletas está em contraste marcado  com a forma como evoluímos através da história&#8221;, disse Shenoy.</p>
<p>Compreender como o cérebro controla o movimento pode ajudar a  direcionar tratamentos para doenças neurológicas, como o mal de  Parkinson, disse Shenoy.</p>
<p>Tire suas concluções que já tirei as minhas.</p>
<p>GO!!</p>
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		<title>AmpliTube for iPad.</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 22:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aprenda]]></category>

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		<description><![CDATA[Em conjunto com o adaptador de conversão de impedância para guitarra  iRig, estas aplicações de preço acessível da IK Multimedia permitem  transformar qualquer iPhone, iPod Touch ou iPad num poderoso sistema  portátil de processamento de efeitos para guitarra e baixo, com toda a  conveniência da imbatível interface multi-toque destes dispositivos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em conjunto com o adaptador de conversão de impedância para guitarra  iRig, estas aplicações de preço acessível da IK Multimedia permitem  transformar qualquer iPhone, iPod Touch ou iPad num poderoso sistema  portátil de processamento de efeitos para guitarra e baixo, com toda a  conveniência da imbatível interface multi-toque destes dispositivos da  Apple.<br />
Juntamente com o adaptador interface iRig – também já disponível mas que  tem que ser comprado à IK Multimedia ou nos respectivos distribuidores –  esta combinação representa a primeira solução completa de modelação de  efeitos e sons de amplificadores nestes dispositivos de ecrã táctil,  tanto para guitarra eléctrica como para baixo. É uma solução que garante  um excelente sonoridade para utilizar em ensaios ou em concertos mas  que, sobretudo, nos permite praticar com um completo e conveniente  sistema de som multiefeitos, bastante prático para levar para todo o  lado.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="640" height="385" data="http://www.youtube.com/v/Stcf_8H_qVM&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Stcf_8H_qVM&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p style="text-align: center;">
<p>O AmpliTube for iPad é basicamente uma versão com ecrã de melhor  resolução da aplicação já conhecida para o iPhone – oferecendo a mesma  selecção de 23 modelos de amplificadores e pedais de efeitos, todos  claramente visíveis e acessíveis por uma interface que, ao contrário do  que acontecia no iPhone, permite-nos ver todos os controlos ao mesmo  tempo num só ecrã. O AmpliTube for iPad permite-nos definir o nosso  sistema de processamento ideal, com a combinação de quatro pedais de  efeitos simultâneos (um mais do que na versão para iPhone) e definindo  qual o tipo de amplificador e coluna que queremos usar, assim como o  tipo de microfone com o qual vamos captar o sistema.<br />
Temos até 5 modelos de amplificadores por onde escolher (clean, crunch,  lead, metal, bass), cada um dos quais com uma completa secção de  controlo sobre o som, ganho e amplificação, 11 modelos diferentes de  pedais de efeitos (delay, flanger, phaser, overdrive, distortion,  filter, wah, fuzz, octaver, chorus e noise filter), 5 colunas (1&#215;12”,  2&#215;12”, 4&#215;12” A &amp; B, 1&#215;15”) e 2 microfones (dinâmico e condensador).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-889" title="ipadgui01" src="http://www.marcelomendes.com/wp-content/uploads/2010/07/ipadgui01.jpg" alt="ipadgui01" width="580" height="435" /></p>
<p>Todos os programas que criamos, combinando estes elementos de modelação  de som, podem ser organizados em listas e recuperados instantaneamente,  existindo 36 presets ao nosso dispor.<br />
Em qualquer momento, podemos recorrer a práticas funções adicionais, tal  como um afinador, metrónomo e activar o reprodutor de música para  ensaiarmos por cima. Ou seja, para além de nos oferecer uma prática  cadeia de processamento para levarmos connosco para todo o lado, a  aplicação AmpliTube for iPad ajuda-nos a praticar guitarra e a  desenvolver a nossa técnica. Enquanto tocamos por cima de uma  backing-track, por exemplo, podemos sempre manter o afinador activo no  ecrã, de forma a nunca termos que tirar as mãos da guitarra. O  reprodutor de backing-track permite-nos criar pontos de loop,  directamente sobre os ficheiros importados, o que é excelente para  praticarmos repetidamente aquele solo de guitarra mais difícil.<br />
Tal como na versão para iPhone, esta aplicação AmpliTube for iPad está  disponível numa versão gratuita que nos permite experimentar as  capacidades básicas, sendo possível expandir a aplicação comprando cada  pedal de efeitos e amplificador que quisermos, ou comprar a versão  completa com todas as opções.<br />
<a href="http://www.ikmultimedia.com/"><strong></strong></a></p>
<p>http://www.ikmultimedia.com</p>
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		<item>
		<title>Ableton Live para iPad.</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 22:28:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aprenda]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo confirma a Liine, o Griid é o primeiro numa série de módulos  interconectáveis para o Ableton Live. A solução foi apresentada pelo  pioneiro da música electrónica, Richie Hawtin, numa apresentação no  evento Digital Music 2.0 integrado no SONAR 2010 e que decorreu a 17 de  Junho. Assumindo a posição de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo confirma a Liine, o Griid é o primeiro numa série de módulos  interconectáveis para o Ableton Live. A solução foi apresentada pelo  pioneiro da música electrónica, Richie Hawtin, numa apresentação no  evento Digital Music 2.0 integrado no SONAR 2010 e que decorreu a 17 de  Junho. Assumindo a posição de porta-voz da Liine, para além de ser um  dos responsáveis pelo desenvolvimento do Griid e o primeiro utilizador  oficial da solução, Hawtin descreveu a visão da empresa na área dos  sistemas de controlo para a música.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-880" title="griid_ipad1" src="http://www.marcelomendes.com/wp-content/uploads/2010/07/griid_ipad1.jpg" alt="griid_ipad1" width="580" height="387" /></p>
<p>A Liine pretende repensar toda a abordagem aos sistemas de controlo  musicais com desenvolvimentos que começam e acabam com a experiência da  performance em mente. Como tal, os objectos tácteis especializados e  gestos da aplicação Griid foram aperfeiçoados através de um processo de  experimentação que desvanece as fronteiras entre o palco e o  laboratório. O resultado é uma ferramenta inspiradora que dá gozo tocar e  que, segundo estes, amplia toda a experiência de controlar a aplicação  Ableton Live.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-881" title="griid1" src="http://www.marcelomendes.com/wp-content/uploads/2010/07/griid1.png" alt="griid1" width="580" height="435" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p>A aplicação Griid será apenas a primeira e um módulo base para a solução  imaginada pela Liine, sendo constituída por uma interface que nos  apresenta uma grelha avançada de clips, permitindo-nos encontrar e  disparar rapidamente qualquer ficheiro em qualquer altura sem nunca se  perder uma batida. Afinada cuidadosamente para navegação rápida, esta  aplicação permite fazer live sets com total liberdade e de qualquer  duração, “sobretudo aquele tipo de sessões que ganham uma vida própria”,  afirmam os responsáveis. Para transformar a experiência e interagir com  a Griid basta usar gestos familiares a qualquer utilizador do iPhone e  iPad, cuidadosamente adaptados ao controlo da música.</p>
<p>.<br />
<strong>A aplicação Griid está disponível em três versões:</strong></p>
<ul>
<li> Griid Pro directamente a pensar no grande ecrã multi-toque do iPad.</li>
</ul>
<ul>
<li> Griid para iPhone e iPod Touch – uma solução super-portátil.</li>
</ul>
<ul>
<li> Griid Lite – a experiência Griid grátis.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-883" title="griid_ipad2" src="http://www.marcelomendes.com/wp-content/uploads/2010/07/griid_ipad2.jpg" alt="griid_ipad2" width="580" height="387" /></p>
<p>Cada versão tem exactamente o mesmo design e a mesma atenção ao detalhe,  permitindo ver toda a informação crítica sobre a música de uma só vez. A Liine confirma que a aplicação deverá estar disponível brevemente na  loja iTunes e que outros módulos serão disponibilizados futuramente,  permitindo transformar um iPad numa solução de controlo integrada para  todo um espectáculo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-884" title="griid_overview" src="http://www.marcelomendes.com/wp-content/uploads/2010/07/griid_overview.png" alt="griid_overview" width="580" height="773" /></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Concentração, Tecnologias, Dever e Saber.</title>
		<link>http://www.marcelomendes.com/?p=874</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 21:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aprenda]]></category>

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		<description><![CDATA[É difícil se concentrar em uma tarefa quando os  e-mails não param de chegar, o celular apita  e ainda  está havendo uma  discussão interessante no Twitter, certo? Mais  ou menos. Em vez de  atrapalhar, a exposição frequente a situações em  que é preciso se  concentrar para resolver uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana;">É difícil se concentrar em uma tarefa quando os  e-mails não param de chegar, o celular apita  e ainda  está havendo uma  discussão interessante no Twitter, certo? Mais  ou menos. Em vez de  atrapalhar, a exposição frequente a situações em  que é preciso se  concentrar para resolver uma tarefa poderia até  melhorar  essa  capacidade. </span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;">Segundo o neurofisiologista Gilberto Xavier, professor do Instituto  de  Biociências da USP, isso ocorre porque, ao desempenhar diferentes  tipos  de ação, o sistema nervoso estabelece novas conexões entre  diversas  microrregiões nervosas.</span></span></span></p>
<p>A manutenção dessas conexões torna-se útil quando é preciso manter a  concentração em outras coisas.</p>
<p>“Além disso, há também uma melhora no fluxo sanguíneo encefálico, o  que  garante melhor oferta de glicose e oxigênio e, portanto, maior   disponibilidade de energia para o funcionamento das células nervosas”,   diz.</p>
<p>Mesmo assim, a sensação da  maioria é que há uma crise de  concentração, causada em grande parte  pelas novas tecnologias que  mesclaram o trabalho e a diversão.</p>
<p>A percepção de que estamos mais dispersos se deve à crença de que é  possível -ou necessário- dar conta de tudo ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>TUDO AO MESMO TEMPO</strong></p>
<p>A secretária Patrícia Lopes Felipe, de 32 anos, afirma seguir essa  cartilha.</p>
<p>“No trabalho, enquanto falo ao telefone, estou respondendo um e-mail  ou vou escaneando ou mandando fax de algum documento. Eu acho que ganho  tempo  assim, não espero terminar uma coisa para fazer outra.”</p>
<p>As pessoas comuns têm cada vez mais obrigações. Antes, o caixa do  banco  recebia as contas a pagar; hoje, qualquer um faz isso pela  internet. O  mesmo ocorre com o planejamento das férias.</p>
<p>O resultado dessa sobrecarga é uma falha no processamento neural.</p>
<p>“É impossível ver tudo e fazer tudo perfeitamente. O cérebro não  consegue  processar nem tem atenção para ouvir iPod, trabalhar, falar ao  telefone  ao mesmo tempo. A pessoa acaba cometendo erros grosseiros”,  diz o  psiquiatra Fábio Barbirato, da Santa Casa do Rio de Janeiro.</p>
<p>Patrícia não chegou a tanto, mas já teve seus deslizes. Certa vez,  enviou um  relatório por e-mail pedindo reembolso do serviço de um carro  como se  fosse de outro. “Quando a pessoa recebeu, não entendeu nada.  São erros  pequenos, mas fazem perder tempo”, reconhece.</p>
<p><strong>ABSURDO</strong></p>
<p>Para o psiquiatra Paulo Mattos, professor da Faculdade de Medicina da  UFRJ  (Universidade Federal do Rio de Janeiro), a publicidade vende a  ideia de que é bom estar sempre conectado e fazer várias coisas de uma  vez.</p>
<p>O professor faz uma comparação com a Revolução Industrial, no século  18,  quando os operários eram submetidos a uma carga horária de trabalho   extenuante.</p>
<p>“Estamos chegando perto  disso. As pessoas não podem desligar o  celular em uma consulta, nem no  fim de semana, têm que estar sempre  disponíveis”, critica.</p>
<p>Apesar desse diagnóstico, ele é otimista. “Aos poucos, as pessoas  começam a se dar conta do absurdo disso.”</p>
<p>O bom é que a capacidade de se concentrar pode ser treinada. E está   ligada à motivação. Por isso, é mais fácil ficar horas no Facebook do   que preenchendo planilhas.</p>
<p>É possível  treinar a capacidade se fixar em tarefas chatas, diz  Barbirato. “Mas, se a pessoa não consegue, pode ser sinal de depressão,  ansiedade ou  deficit de atenção.”</p>
<p>Para diferenciar a dificuldade normal da patológica, é bom avaliar as  causas da dispersão, o prejuízo que gera e desde quando ocorre.</p>
<p>Em casos normais, estratégias ajudam a manter o foco. Estabelecer  horários para checar o e-mail e as mensagens do celular é uma delas.</p>
<p>Páginas da internet não relacionadas ao projeto da vez, sem falar em  redes  sociais, devem ser visitadas em intervalos pré-definidos.</p>
<p>Além de inibir esses fatores de desatenção, ter metas para resolver  as pendências é um bom recurso.</p>
<p>Mas a capacidade de manter o foco não é ilimitada. Ao primeiro sinal  de que o sistema está “fundindo”, bater papo, dar uma olhada nas  notícias ou  enviar mensagem a um amigo pode ser bom.</p>
<p><strong>FOCO NO TRABALHO </strong></p>
<p><strong> Não pule o café da manhã</strong><br />
<span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;">A falta de comida ativa os hormônios do estresse, que o deixarão  nervoso e distraído</span></span></p>
<p><strong>Comece bem o dia</strong><br />
<span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;">Estamos em alerta máximo nas primeiras duas a três horas depois de  acordar, então comece o dia com a tarefa mais importante</span></span></p>
<p><strong>Faça uma lista</strong><br />
<span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;">Organize suas tarefas por prioridade e use períodos diferentes para  executá-las  -depois do almoço, faça coisas que exigem menos  concentração</span></span></p>
<p><strong>Evite todos os estímulos externos que puder</strong><br />
<span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;">Tire o telefone do gancho, desligue o alerta de e-mail, feche os  sites em que não está navegando</span></span></p>
<p><strong>Evite as multitarefas</strong><br />
<span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;">Ponha sua atenção em uma atividade por vez (fazer várias coisas de  uma vez aumenta a probabilidade de cometer erros)</span></span></p>
<p><strong>Faça uma pausa</strong><br />
<span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;">Passar 20 minutos no campo (ou no parque) ajuda a restaurar a atenção</span></span></p>
<p><strong>Mantenha-se hidratado</strong><br />
<span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;">Beber água ajuda o cérebro a se manter alerta e facilita a  concentração</span></span></p>
<p><strong>Ouça música</strong><br />
<span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;">Se fones de ouvido forem permitidos, use-os para bloquear outros sons  e  promover um tipo de atividade cerebral que ajuda a concentração.</span></span></p>
<p>Fonte Uol - <strong>instituto de Música Marcelo Mendes.</strong></p>
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