Acabei de assitir a uma reportagem na TV Record, e achei interessante mostrar essa interpretação que o Menino Greyson de apenas 12 anos fez na sua escola nos USA.
È impressionante! Ele canta com alma e sentimento, transmite muito bem a sua idéia, tem uma personalidade marcante na sua voz.
Interpretar é conduzir você a um outro lugar e ele fez isso muito bem.
Estudar música requer atenção a pelo menos dois pontos: notas musicais e o ritmo da música. Diversas vezes quando iniciantes adiantemos ou atrasamos o andamento, isso é mais notado quando se toca em grupo, pois estamos interagindo todo tempo.
Mais nem tudo está perdido.
Você pode contornar isso, utilizando-se de um metrônomo.
O metrônomo é um relógio que mede o tempo (andamento) musical. Produzindo pulsos de duração regular, ele pode ser utilizado para fins de estudo ou interpretação musical. Metrônomo mecânico consiste num pêndulo oscilante cujas oscilações, reguladas pela distância de um peso na haste do pêndulo, podem ser mais lentas ou mais rápidas, sendo que a cada oscilação corresponde um tempo do compasso. Há também metrônomos eletrônicos, em que cada tempo do compasso é indicado pelo piscar de um led(light-emitting diode) e por um som eletrônico.
Com ele você marca o andamento, e a fórmula do compasso de uma música (2/4, 3/4, 4/4 etc…). Hoje com a evolução da tecnologia, existe diversos modelos digitais, dotados de vários recursos como: diapasão, sons de acordes, , entrada p2, afinador etc… Você tem várias opções de preços, dependendo da marca e recursos.
Muitos programas de edição de áudio e partituras, como o audacy e o Cakewalk possuem geradores de metrônomos. A maioria dos teclados eletrônicos também possuem essa função.
Imagine que a cada 20 minutos estudando com metrônomo seria o equivalente a 1 hora sem ele.
O aluno fará uma aula demonstrativa e apartir desse encontro será formatada uma metodologia que atenda as suas necessidades musicais e trabalhe diretamente seus pontos fracos, trazendo resultados mais rápidos para sua prática.
Conteúdo:
Música
Som - Vibração regular
Vibração irregular
Propriedades do som
Altura
Duração
Intensidade
Timbre
II - Notação Musical - Pentagrama
Claves (Sol, Fá e Dó)
Notas
Leitura relativa
Transposição
Duração
Ponto de aumento
Duplo ponto de aumento
Ligadura de valor
Fermata
Ponto de diminuição
Valor simples
Valor composto
III - Compasso
Compasso, Andamento e Ritmo
Compasso
Fórmula de compasso
Barras
Travessão
Grafia
Localização da Formula de Compasso
Unidade de Tempo
Unidade de compasso
Compassos correspondentes
IV - Noção de Intervalo
Tom
Semiton
Compasso
Simples e composto
Alterações ou acidentes
Sustenido
Dobrado sustenido, bemol, dobrado bemol, bequadro
Sistema Natural x Sistema Temperado
Grafia dos acidentes no pentagrama
Semitom -Natural
Diatônico
TÉORIA II
I - Escalas
Graus de escalas - Tetracordes
Formação das escalas maiores sustenizadas e bemolizadas
a partir de Dó Maior (progressão de tom e semitom)
Armadura de Clave
Ciclo das Quintas
Identificação do nome das escalas ou da armadura nas escalas com sustenidos e com bemóis
Escalas - teóricas, enarmônicas e cromáticas
II - Intervalos - Melódico e Harmônico
Ascendente e descendente
Conjunto e disjunto
Simples e composto
Classificação - quantitativa
Qualitativa
Intervalos - Justos
Maiores e menores
Aumentados e diminutos
Superaumentados e superdiminutos
Intervalos - Consonantes e Dissonantes
Inversão de intervalos (simples e compostos)
Regras para ampliação, redução e manutenção de qualificações dos intervalos
Pesquisadores do Reino Unido descobriram que resiliência, capacidade que faz com que as pessoas vençam frustrações e buscar superação é – em grande parte – hereditária.
Grandes vencedores – como o ciclista Lance Armstrong, que se recuperou de um câncer de testículo e venceu o circuito da França sete vezes – são naturalmente resistentes do ponto de vista psíquico. A resiliência (ou habilidade para se recompor psicologicamente) tem chamado muito a atenção de neurocientistas e psicólogos nos últimos anos. A novidade agora é que essa capacidade necessária para lutar contra uma doença grave, se recuperar de uma desilusão amorosa, vencer nos esportes, ser aprovado no vestibular ou em uma entrevista de emprego pode, em grande parte, pode ser herdada. É o que sugere um estudo desenvolvido pelo pesquisador Tony Vernon, da Universidade de Western Ontário, no Canadá, que trabalhou com 219 pares de gêmeos. Ele pediu aos voluntários que preenchessem um questionário para que pudesse investigar as contribuições genéticas e ambientais de quatro fatores associados a resistência mental: controle sobre a própria vida, comprometimento; confiança; e disposição para encarar novos desafios. Os estudiosos descobriram que 52% da variável resistência mental é hereditária e também pode estar relacionada à extroversão. “Essas pessoas são mais resistentes, não se deixam abater diante de adversidades e frustrações”, diz o pesquisador Peter Clough, da Universidade de Hull, no Reino Unido, que desenvolveu o questionário. Especialistas ressaltam, porém, que não se trata de simplesmente negar o sofrimento e a decepção, emendando um relacionamento amoroso em outro, por exemplo, sem viver o luto da separação – pois isso pode trazer outros problemas como repetição de padrões destrutivos e aparecimento de sintomas físicos. Pessoas resilientes entram em contato com a frustração, mas não permanecem na bipolaridade do “tudo ou nada”, mas buscam reparações e caminhos, sem perder o contato com a experiência, embora às vezes ela seja desagradável. Ou seja: aceitam o aprendizado e a limitação, mas não se prendem à limitação, procuram possibilidades. Pesquisadores acreditam que compreender melhor essa característica mais presente em uns que em outros pode ajudar as pessoas de forma geral a lidar melhor com o sofrimento.
Os pais, sejam ou não músicos, desempenham um papel importante na aprendizagem de competências musicais por parte dos filhos. A questão da aprendizagem de competências e de desenvolvimento de aptidões começa muito cedo, visto que é amplamente conhecido que as crianças conseguem ouvir música e palavras nas últimas semanas de ‘estadia’ no ambiente intra-uterino e que conseguem reconhecer esses sons depois de nascerem. O interesse que as crianças terão no som, na música e nos seus componentes variará consoante o grau de interação musical e quase-musical que os pais desenvolvem com os seus filhos. O tipo de interação musical mais eficaz acontece quando os pais cantam para o bebê, muito embora fazer ouvir música gravada ou ao vivo possam também seja positivo. O tipo de interação quase-musical envolve a comunicação (vocal mas não-verbal) que os pais usam quando embalam, alimentam, brincam com as crianças. Diz-se quase-musical porque envolve parâmetros musicais: variação de altura sonora, timbre, melodia, ritmo, tempo e dinâmica. A interação quase-musical termina quando o centro de atenção passa a ser a aquisição de linguagem. No fundo, os pais que promovem este tipo de interações educam-nas musicalmente (mesmo que de uma forma elementar), proporcionando às crianças uma compreensão sensorial dos fenômenos sonoros e musicais.
O papel dos pais na aprendizagem II
No ensino especializado da música, onde o tipo de competências a desenvolver são complexas e envolvem muitas horas de estudo e persistência, o papel dos pais é vital para o sucesso da aprendizagem, independentemente de saberem ou não música.Alguns dos aspectos que, tidos em conta pelos pais, influenciam positivamente o desempenho das crianças são:
1. Atenção dos pais centrada na criança, com particular ênfase no ensino da música. 2. Organização das atividades dos pais centrada nos interesses, nas atividades e no tempo da criança.
3. A música é valorizada na família.
4. O ênfase dos pais está centrado no prazer de tocar/fazer música, e não numa carreira musical.
5. Há lugar a elogios, mesmo quando há apenas pequenos sucessos.
6. Cuidadosa seleção dos professores e monitorização do trabalho feito em casa.
7. Investimento de uma considerável quantidade de tempo e esforço nas atividades musicais.
O valor da repetição
A aprendizagem de música depende essencialmente da aquisição de competências psico-motoras. Se na aprendizagem de uma disciplina do ensino regular (Biologia, Português, Física…) a aprendizagem de um conceito depende, na maioria dos casos, de uma exposição ou explicação dos fenómenos ou dos elementos associados a esse conceito, no caso do ensino da música (quer no ensino especializado, quer no não-especializado) a aprendizagem de conceitos e competências depende quase exclusivamente da qualidade e do número de repetições.
Número de repetições - Aplicando o PST (Production System Theory) à aprendizagem na música, percebemos que um comportamento ou uma competência só é adquirida, adicionada e incorporada, se o Sistema Cognitivo que controla a aquisição de comportamentos ou competências encarar esse comportamento ou competência como útil. Para o Sistema Cognitivo, o que determina a utilidade do comportamento ou da competência é o número de vezes que é repetido com sucesso. As competências a que nos referimos dizem respeito, quer às que os professores de instrumento desenvolvem como às que os professores de Formação Musical querem fazer desenvolver.
Qualidade das repetições - Recorrendo à mesma teoria, a aprendizagem de uma competência só se efectiva se todas as sub-competências que dela dependem já tiverem sido repetidas ao ponto de terem sido incorporadas com sucesso. [Pensando num caso prático, imagine que um aluno quer conseguir tocar uma escala, digamos de Dó Maior. Para que esta competência (hierárquicamente superior) possa ser adquirida com sucesso, é necessário que as competências dispostas nos níveis inferiores da hierarquia de complexidade tenham sido adquiridas/aprendidas com sucesso. Neste caso podemos imaginar o nível mais baixo da hierarquia deste exemplo contendo como competências iniciais ser capaz de associar a tecla/corda/posição a cada uma das notas que constituem a escala de Dó Maior.] Portanto, para haver sucesso na aquisição de uma competência tem de haver uma sucessiva repetição/integração das suas mais directas sub-competências.
Quando é que se conclui que o número de repetições é suficiente? Quando nos tornamos capazes de desempenhar a competência de uma forma reflexiva, sem efectuar qualquer tipo de esforço mental. No caso do Instrumento quando somos capazes de tocar uma peça, uma escala, um acorde ou uma nota sem qualquer tipo de esforço mental. No caso da Formação Musical quando somos capazes de entoar um intervalo, ler uma melodia ou percutir um ritmo sem fazer qualquer esforço mental.Portanto, o que quer que tentemos aprender em música, só seremos bem-sucedidos dependendo da quantidade de tempo e esforço que gastamos em repetir.
Ensino da Música para Crianças - Princípios Pedagógicos I
Todas as crianças têm potencial para aprender música. Algumas precisam mais tempo que outras para aprender, precisam que o professor repita experiências significativas um maior número de vezes, mas todas as crianças têm potencial para adquirir competências musicais. Só é possível ensinar música se as atividades realizadas forem eminentemente musicais. A aquisição de competências musicais não depende de explicações verbais, imagens visuais, esquemas, metáforas, analogias ou desenhos. A verdadeira compreensão dos fenômenos sonoros só é possível quando se orienta o atenção da criança para o som, para as suas propriedades e para a forma como evoluem no tempo os seus elementos. Assim sendo, só a vivência de experiências musicais marcantes que se aproximam da ‘música real’ pode levar as crianças a aprender o que é música. Partir do que as crianças conhecem para aprender coisas novas não se pode assumir que é na primeira aula de música (formal) que as crianças vão começar a aprender música. As crianças já tiveram muitas experiências ‘musicais’ antes de ver o primeiro professor de música: já dançaram com música, aprenderam canções, cantaram interiormente, marcaram um ritmo em simultâneo com uma música… Por esta razão, o professor ao ter consciência da existência de um historial de experiências musicais, deve partir do que a criança já consegue fazer para fazer desenvolver novas competências. Ao fazer isto, o professor facilitará a integração de novas competências e novas aprendizagens.
Ensino da Música para Crianças - Princípios Pedagógicos II
Organizar as atividades em função de objetivos comportamentais e não o contrário
A tendência de professores inexperientes ao planificarem as suas aulas é pensar prioritariamente em descobrir atividades engraçadas e cativantes, mais do que nas vantagens pedagógicas ou no valor pedagógico dessas atividades. Um ensino de qualidade não ignora a importância da escolha de atividades interessantes para as crianças, mas apenas pensa nas atividades depois do objetivo comportamental estar definido. As atividades mais do que divertirem as crianças, deverão levar as crianças a ser capazes de fazer algo de novo.
Se todas as atividades forem pensadas como ‘Jogo’ as crianças vão sentir-se mais motivadas para participar e aprender
Fazer isto significa mais do que apenas fazer Jogos na aula. Este princípio pedagógico tem implicações, sobretudo para a forma como o professor aborda cada atividade. Se as crianças sentirem que em cada atividade os pressupostos envolvidos são os mesmos que estão na base dos jogos que elas realizam entre elas, vão sentir-se motivadas e empenhadas no processo de aprendizagem. Estes pressupostos são:
* 1. Redução da carga negativa atribuída ao erro,
* 2. Possibilidade de fazer várias tentativas para acertar/fazer bem,
* 3. O objetivo a atingir é muito claro,
* 4. Todas as crianças se vêem como estando ao mesmo nível, não havendo diferenças de potencial entre elas.
A tarefa do bom professor é fazer realçar todos estes pressupostos em cada atividade realizada na aula.
Alguns exercícios para trabalhar a palhetada e a sincronia das mãos. Estude lento, devagar, observando a movimentação dos dedos no braço do seu instrumento.
Dos diversos problemas particulares que encontramos no dia a dia dos alunos, é necessário ser um observador constante do que acontece nas aulas. Um dos maiores problemas é a auto-sabotagem que o próprio aluno faz a ele mesmo, querendo sempre muito conteúdo e pouca prática, isso se deve ao velho hábito: QUANTIDADE X QUALIDADE. É preciso mostrar em que nível ele se encontra e o que pode ser feito dentro do mesmo.
Algumas regras são necessárias.
Você tem a capacidade de entender o que é passado?
O que esse aluno já tem de experiência musical?
Tornar o ensino natural como uma conversação.
Contestação:
Passar horas aperfeiçoando um movimento de golfe ou um arremesso de basquete pode ser uma perda de tempo, segundo um estudo americano publicado nesta quarta-feira na revista Neuron, que concluiu que praticar muito uma atividade não necessariamente leva à perfeição.
A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade de Stanford após observar como o cérebro planeja e calcula o movimento, depois de treinar macacos para repetir uma tarefa milhares de vezes.
“O sistema nervoso não foi projetado para fazer a mesma coisa uma e outra vez”, disse Mark Churchland, pesquisador de pós-doutorado, engenheiro elétrico e principal autor do estudo no qual os macacos recebiam recompensas ao executar a tarefa proposta.
No estudo, os cientistas recompensaram os macacos que evitavam tocar um ponto de luz colorido em velocidades diferentes.
Durante o exercício, os cientistas monitoraram o córtex promotor do cérebro dos macacos, responsável pelo planejamento do movimento, e rastrearam a velocidade do movimento resultante. Depois de milhares de tentativas, os macacos raramente se moveram precisamente com a mesma velocidade.
Segundo o estudo, pequenas variações na velocidade de alcance se seguiram a pequenas variações na atividade cerebral durante o planejamento do movimento, antes de os macacos começarem a alcançar o ponto luminoso.
Ao contrário da sabedoria popular que supõe que a variação de movimento tem sua origem na atividade muscular, os cientistas descobriram que a atividade neurológica explica quase a metade das variações.
Em outras palavras, passar horas fazendo arremessos de basquete não terá o mesmo resultado porque o comportamento do cérebro é inconstante.
Após um período de treinamento inicial, a precisão do feito dos macacos não melhorava com o tempo, sugerindo que muita prática só pode melhorar o controle do movimento até certo ponto, disse Krishna Shenoy, professora adjunta de engenharia eletrônica e neurociências em Stanford.
Os cientistas especulam que os humanos e os animais evoluíram com este “estilo improvisado” em resposta à dinâmica predador-presa, na qual os predadores nunca caçam suas presas nas mesmas condições.
“A busca de regularidade dos melhores atletas está em contraste marcado com a forma como evoluímos através da história”, disse Shenoy.
Compreender como o cérebro controla o movimento pode ajudar a direcionar tratamentos para doenças neurológicas, como o mal de Parkinson, disse Shenoy.
Em conjunto com o adaptador de conversão de impedância para guitarra iRig, estas aplicações de preço acessível da IK Multimedia permitem transformar qualquer iPhone, iPod Touch ou iPad num poderoso sistema portátil de processamento de efeitos para guitarra e baixo, com toda a conveniência da imbatível interface multi-toque destes dispositivos da Apple.
Juntamente com o adaptador interface iRig – também já disponível mas que tem que ser comprado à IK Multimedia ou nos respectivos distribuidores – esta combinação representa a primeira solução completa de modelação de efeitos e sons de amplificadores nestes dispositivos de ecrã táctil, tanto para guitarra eléctrica como para baixo. É uma solução que garante um excelente sonoridade para utilizar em ensaios ou em concertos mas que, sobretudo, nos permite praticar com um completo e conveniente sistema de som multiefeitos, bastante prático para levar para todo o lado.
O AmpliTube for iPad é basicamente uma versão com ecrã de melhor resolução da aplicação já conhecida para o iPhone – oferecendo a mesma selecção de 23 modelos de amplificadores e pedais de efeitos, todos claramente visíveis e acessíveis por uma interface que, ao contrário do que acontecia no iPhone, permite-nos ver todos os controlos ao mesmo tempo num só ecrã. O AmpliTube for iPad permite-nos definir o nosso sistema de processamento ideal, com a combinação de quatro pedais de efeitos simultâneos (um mais do que na versão para iPhone) e definindo qual o tipo de amplificador e coluna que queremos usar, assim como o tipo de microfone com o qual vamos captar o sistema.
Temos até 5 modelos de amplificadores por onde escolher (clean, crunch, lead, metal, bass), cada um dos quais com uma completa secção de controlo sobre o som, ganho e amplificação, 11 modelos diferentes de pedais de efeitos (delay, flanger, phaser, overdrive, distortion, filter, wah, fuzz, octaver, chorus e noise filter), 5 colunas (1×12”, 2×12”, 4×12” A & B, 1×15”) e 2 microfones (dinâmico e condensador).
Todos os programas que criamos, combinando estes elementos de modelação de som, podem ser organizados em listas e recuperados instantaneamente, existindo 36 presets ao nosso dispor.
Em qualquer momento, podemos recorrer a práticas funções adicionais, tal como um afinador, metrónomo e activar o reprodutor de música para ensaiarmos por cima. Ou seja, para além de nos oferecer uma prática cadeia de processamento para levarmos connosco para todo o lado, a aplicação AmpliTube for iPad ajuda-nos a praticar guitarra e a desenvolver a nossa técnica. Enquanto tocamos por cima de uma backing-track, por exemplo, podemos sempre manter o afinador activo no ecrã, de forma a nunca termos que tirar as mãos da guitarra. O reprodutor de backing-track permite-nos criar pontos de loop, directamente sobre os ficheiros importados, o que é excelente para praticarmos repetidamente aquele solo de guitarra mais difícil.
Tal como na versão para iPhone, esta aplicação AmpliTube for iPad está disponível numa versão gratuita que nos permite experimentar as capacidades básicas, sendo possível expandir a aplicação comprando cada pedal de efeitos e amplificador que quisermos, ou comprar a versão completa com todas as opções.
Segundo confirma a Liine, o Griid é o primeiro numa série de módulos interconectáveis para o Ableton Live. A solução foi apresentada pelo pioneiro da música electrónica, Richie Hawtin, numa apresentação no evento Digital Music 2.0 integrado no SONAR 2010 e que decorreu a 17 de Junho. Assumindo a posição de porta-voz da Liine, para além de ser um dos responsáveis pelo desenvolvimento do Griid e o primeiro utilizador oficial da solução, Hawtin descreveu a visão da empresa na área dos sistemas de controlo para a música.
A Liine pretende repensar toda a abordagem aos sistemas de controlo musicais com desenvolvimentos que começam e acabam com a experiência da performance em mente. Como tal, os objectos tácteis especializados e gestos da aplicação Griid foram aperfeiçoados através de um processo de experimentação que desvanece as fronteiras entre o palco e o laboratório. O resultado é uma ferramenta inspiradora que dá gozo tocar e que, segundo estes, amplia toda a experiência de controlar a aplicação Ableton Live.
A aplicação Griid será apenas a primeira e um módulo base para a solução imaginada pela Liine, sendo constituída por uma interface que nos apresenta uma grelha avançada de clips, permitindo-nos encontrar e disparar rapidamente qualquer ficheiro em qualquer altura sem nunca se perder uma batida. Afinada cuidadosamente para navegação rápida, esta aplicação permite fazer live sets com total liberdade e de qualquer duração, “sobretudo aquele tipo de sessões que ganham uma vida própria”, afirmam os responsáveis. Para transformar a experiência e interagir com a Griid basta usar gestos familiares a qualquer utilizador do iPhone e iPad, cuidadosamente adaptados ao controlo da música.
. A aplicação Griid está disponível em três versões:
Griid Pro directamente a pensar no grande ecrã multi-toque do iPad.
Griid para iPhone e iPod Touch – uma solução super-portátil.
Griid Lite – a experiência Griid grátis.
Cada versão tem exactamente o mesmo design e a mesma atenção ao detalhe, permitindo ver toda a informação crítica sobre a música de uma só vez. A Liine confirma que a aplicação deverá estar disponível brevemente na loja iTunes e que outros módulos serão disponibilizados futuramente, permitindo transformar um iPad numa solução de controlo integrada para todo um espectáculo.
É difícil se concentrar em uma tarefa quando os e-mails não param de chegar, o celular apita e ainda está havendo uma discussão interessante no Twitter, certo? Mais ou menos. Em vez de atrapalhar, a exposição frequente a situações em que é preciso se concentrar para resolver uma tarefa poderia até melhorar essa capacidade.
Segundo o neurofisiologista Gilberto Xavier, professor do Instituto de Biociências da USP, isso ocorre porque, ao desempenhar diferentes tipos de ação, o sistema nervoso estabelece novas conexões entre diversas microrregiões nervosas.
A manutenção dessas conexões torna-se útil quando é preciso manter a concentração em outras coisas.
“Além disso, há também uma melhora no fluxo sanguíneo encefálico, o que garante melhor oferta de glicose e oxigênio e, portanto, maior disponibilidade de energia para o funcionamento das células nervosas”, diz.
Mesmo assim, a sensação da maioria é que há uma crise de concentração, causada em grande parte pelas novas tecnologias que mesclaram o trabalho e a diversão.
A percepção de que estamos mais dispersos se deve à crença de que é possível -ou necessário- dar conta de tudo ao mesmo tempo.
TUDO AO MESMO TEMPO
A secretária Patrícia Lopes Felipe, de 32 anos, afirma seguir essa cartilha.
“No trabalho, enquanto falo ao telefone, estou respondendo um e-mail ou vou escaneando ou mandando fax de algum documento. Eu acho que ganho tempo assim, não espero terminar uma coisa para fazer outra.”
As pessoas comuns têm cada vez mais obrigações. Antes, o caixa do banco recebia as contas a pagar; hoje, qualquer um faz isso pela internet. O mesmo ocorre com o planejamento das férias.
O resultado dessa sobrecarga é uma falha no processamento neural.
“É impossível ver tudo e fazer tudo perfeitamente. O cérebro não consegue processar nem tem atenção para ouvir iPod, trabalhar, falar ao telefone ao mesmo tempo. A pessoa acaba cometendo erros grosseiros”, diz o psiquiatra Fábio Barbirato, da Santa Casa do Rio de Janeiro.
Patrícia não chegou a tanto, mas já teve seus deslizes. Certa vez, enviou um relatório por e-mail pedindo reembolso do serviço de um carro como se fosse de outro. “Quando a pessoa recebeu, não entendeu nada. São erros pequenos, mas fazem perder tempo”, reconhece.
ABSURDO
Para o psiquiatra Paulo Mattos, professor da Faculdade de Medicina da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), a publicidade vende a ideia de que é bom estar sempre conectado e fazer várias coisas de uma vez.
O professor faz uma comparação com a Revolução Industrial, no século 18, quando os operários eram submetidos a uma carga horária de trabalho extenuante.
“Estamos chegando perto disso. As pessoas não podem desligar o celular em uma consulta, nem no fim de semana, têm que estar sempre disponíveis”, critica.
Apesar desse diagnóstico, ele é otimista. “Aos poucos, as pessoas começam a se dar conta do absurdo disso.”
O bom é que a capacidade de se concentrar pode ser treinada. E está ligada à motivação. Por isso, é mais fácil ficar horas no Facebook do que preenchendo planilhas.
É possível treinar a capacidade se fixar em tarefas chatas, diz Barbirato. “Mas, se a pessoa não consegue, pode ser sinal de depressão, ansiedade ou deficit de atenção.”
Para diferenciar a dificuldade normal da patológica, é bom avaliar as causas da dispersão, o prejuízo que gera e desde quando ocorre.
Em casos normais, estratégias ajudam a manter o foco. Estabelecer horários para checar o e-mail e as mensagens do celular é uma delas.
Páginas da internet não relacionadas ao projeto da vez, sem falar em redes sociais, devem ser visitadas em intervalos pré-definidos.
Além de inibir esses fatores de desatenção, ter metas para resolver as pendências é um bom recurso.
Mas a capacidade de manter o foco não é ilimitada. Ao primeiro sinal de que o sistema está “fundindo”, bater papo, dar uma olhada nas notícias ou enviar mensagem a um amigo pode ser bom.
FOCO NO TRABALHO
Não pule o café da manhã A falta de comida ativa os hormônios do estresse, que o deixarão nervoso e distraído
Comece bem o dia Estamos em alerta máximo nas primeiras duas a três horas depois de acordar, então comece o dia com a tarefa mais importante
Faça uma lista Organize suas tarefas por prioridade e use períodos diferentes para executá-las -depois do almoço, faça coisas que exigem menos concentração
Evite todos os estímulos externos que puder Tire o telefone do gancho, desligue o alerta de e-mail, feche os sites em que não está navegando
Evite as multitarefas Ponha sua atenção em uma atividade por vez (fazer várias coisas de uma vez aumenta a probabilidade de cometer erros)
Faça uma pausa Passar 20 minutos no campo (ou no parque) ajuda a restaurar a atenção
Mantenha-se hidratado Beber água ajuda o cérebro a se manter alerta e facilita a concentração
Ouça música Se fones de ouvido forem permitidos, use-os para bloquear outros sons e promover um tipo de atividade cerebral que ajuda a concentração.
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