(VOGAL A)
Ler e cantar as seguintes frases:
A abracadabra da gaga macabra na cabala.
A madrasta falava da sacada da casa da praça.
A fada da mata cantava baladas na clara cascata.
A arataca armada na chácara apanha araracangas.
A dança da barca fantasma arrastada nas vagas da catarata.
As vacas malhadas e as cabras mansas pastavam na vala da chácara.
(VOGAL E)
Ler e cantar as seguintes frases:
Celebre sempre reverente perenes mercês celestes.
Mercedes teme serpente repelente.
Excelente pretendente vem receber presentes resplendentes.
Zé perequeté é serelepe, mequetrefe, pé de lebre, leve, releve, mexe e remexe.
Sem temer berberes rebeldes, estevez, célebre tenente Genebrês, desfere fremente ferretes rebenques.
Embebe bem sementes verdes de bem-me-quer que fenecem de sêde.
Bembelém! Bembelém! Nem vem ninguém. Bem que vem!
Bembelém! Bembelém! Vem gente de bem.
(VOGAL I)
Ler e cantar as seguintes frases:
Rififi de piquiribi viril chicrim e tinguimirim, inimicíssimos de pirlimpimpim.
Imbiri índio, pirim, quis distinguir piriquitis, dibixis, miris, timbris de dissímil piriquiti.
Qui-qui-quis de mil chinchinins, íbis, miquis, miris e ciciris que pipilam no jiqui-mirim.
Impossível dividir mililitros de mirifico jiripíti.
Ísis quis ipim, xinxim e quindim.
Vi chim sin-lin ir, vir e rir.
Tinindo tintins: tirintintim;
E chins chinfrins tinindo cricris quiricricri!
(VOGAL O)
Ler e cantar as seguintes frases:
O tom monótono do monólogo provocou gostoso sono.
O osso do torso do molosso morto no iodo do poço.
O zoólogo tornou o polvo do zoófobo.
Gostosos bombons, bolos orodorosos, ovos mornos no cofo do colono.
Os olhos do horroroso mocho no tronco noroso do cômoro.
No soçobro o comodoro colocou o formoso condor no topo do toldo.
(VOGAL U)
Ler e cantar as seguintes frases:
O gluglu dos urubus no furrundum do murundu.
No matunutu pululam urutus, sucurus, sucurujus e cucurucus.
O grugru dos murucututus, mutuns, tuputus, jucus, juburus e urumutuns.
O lusco-fusci do murundu do sul púrpuro de luz.
O crrrrrrrru crrrrrrrru jururu do sapo cururu.
O zunzum de uruçus no mucurungu.
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Teste de leitura em sala:
Meu benzinho adorado minha triste irmanzinha eu te peço por tudo que é mais sagrado que você me escreva uma cartinha sim dizendo como é que você vai que eu não sei eu ando tão zaranza por causa do teu abandono eu choro e um dia pego tomo um porre danado que você me quer e sabe o que eu faço eu vou me embora para sempre e nunca mais vejo este rosto lindo que eu adoro você é toda minha vida e eu só escrevo por tua causa ingrata e só trabalho para casar com você quando a gente puder porque agora tudo está tão difícil mas melhora ontem pensei o dia todo em você e acabei chorando no rádio por causa daquele estudo de Chopin que você tocou antes de ir embora e imagina só que eu estou fazendo uma história para você muito bonita e quando chega a noite eu fico tão triste que até dá pena e tenho vontade de ir correndo te ver e beijo o ar feito bôbo com uma coisa no coração que já fui até no médico mas ele disse que é nervoso e me falou que eu sou emotivo e eu peguei ri na cara dele e ele ficou uma fera que a medicina dele não sabe que o meu bem está longe melhor para ele eu só queria te ver uma meia hora eu pedia tanto que você acabava ficando enfim adeus que já estou cansado de tanta saudade e tem gente aqui perto e fica eu chorar na frente deles eu não posso adeus meu rouxinol me diz boa noite e dorme pensando neste que te adora e se puder pensa o menos possível no teu amigo para você não se entristecer muito que só mereces felicidade do teu definitivo e sempre amigo.
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Aqui você toca!
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